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Confira três mitos comuns sobre empréstimo com imóvel como garantia

Ainda desconhecida por muitos cidadãos, a modalidade pode ser uma boa alternativa

 

Muitas vezes um empréstimo com imóvel de garantia acaba sendo a melhor saída para quem deseja realizar um projeto pessoal, como fazer uma grande viagem, investir na própria empresa, reformar a casa, comprar um carro, entre outros. Mas, um dos problemas enfrentados nessa modalidade é a falta de conhecimento e informação, que acarreta em muitas dúvidas do interessado.

Apesar de ser uma boa saída, o risco de envolver seu imóvel em um negócio precisa ser estudado, por isso é indispensável que o interessado busque o máximo de conhecimento possível sobre os detalhes do processo. Mesmo porque, antes de se comprometer na negociação, é preciso saber se o negócio está de acordo com as suas necessidades e possibilidades.

Para tentar suprir a falta de conhecimento sobre a modalidade, esclarecemos três mitos comuns que ouvimos falar sobre o empréstimo com imóvel de garantia. Confira abaixo.

  1. O banco quer tomar o imóvel

Ao contrário do que dizem, o objetivo do banco não é tomar o imóvel das pessoas, pois para a instituição o imóvel representa custo, enquanto o empréstimo representa lucro – mesmo com a taxa de juros menor.

Se o cliente não paga o empréstimo, é realizado um leilão para venda do imóvel. Se o leilão for bem-sucedido, o banco fica com a quantia que faltava para o devedor quitar a dívida e o restante fica com o ex-proprietário. Mas, se o leilão não for bem-sucedido, há uma segunda tentativa.

Se a venda do imóvel não for concretizada, o banco fica com o direito de propriedade total do bem, porém, ele se torna automaticamente responsável pelos custos de manutenção do mesmo, como IPTU e condomínio (se for um apartamento). Além disso, há outros custos para a instituição financeira, como o ITBI (imposto de transmissão de bens imóveis), que varia de estado para estado.

  1. O imóvel que foi usado como garantia não pode ser vendido

Colocar um imóvel como garantia de um empréstimo não significa que você não poderá vendê-lo, quer dizer apenas que o processo será diferente do convencional. Ou seja, será preciso negociar a venda do imóvel com o comprador e esclarecer que parte do valor terá que ser usada para quitar a dívida com o banco, o qual tem como garantia o imóvel em questão.

Assim, o comprador quita o saldo devedor e aguarda que o banco dê baixa na quitação do empréstimo em até 30 dias. Sendo assim, o comprador paga o restante do valor do imóvel para o proprietário e passa a propriedade para seu nome.

Portanto, o proprietário do imóvel pode vendê-lo, mas não conseguirá, de forma alguma, realizar a venda sem antes quitar o seu débito com o banco e sem o termo que comprova o pagamento da dívida.

  1. O imóvel usado como garantia tem que ser meu

O imóvel que servirá como garantia do empréstimo não precisa ser, obrigatoriamente, seu. Mas para que seja de outra pessoa, parente ou amigo, o dono do bem deverá estar de acordo com a operação e sua assinatura também deverá constar no contrato. Sendo assim, ela também entra como responsável financeiro pela dívida e é chamada de interveniente garantidor.

Para saber mais sobre o assunto, consulte-nos.

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